O Banco do Brasil anunciou que, nesta semana, a sua linha de crédito BB Giro Empresa Flex atingiu o saldo utilizado de R$ 20 bilhões, quebrando mais um recorde. O volume contratado soma mais de R$ 30 bilhões com 250 mil operações. Desde o lançamento, em junho de 2007, o valor desembolsado total atinge R$ 223 bilhões.
Sucesso de mercado por oferecer condições negociais atrativas e inovadoras, a linha de crédito é direcionada às empresas com faturamento bruto anual superior a R$ 1 milhão. O produto conta com renovação do teto operacional a cada 360 dias, reutilização dos valores amortizados, cronograma de pagamento ajustável ao fluxo de caixa das empresas – com vencimento padrão em até 36 parcelas, podendo chegar a 60 parcelas –, e liberações do crédito na conta corrente da empresa ou diretamente ao fornecedor.
Além de atender às necessidades de capital de giro e de financiamento para aquisição de bens e serviços, o BB Giro Empresa Flex dispõe de finalidades específicas, como o apoio aos exportadores, no qual não há incidência de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) nas liberações de crédito; a antecipação de valores aos fornecedores de governos das esferas federal, estadual e municipal; e o BB Giro Empresa Flex Agro, exclusivo para apoio à cadeia do agronegócio, com a utilização de recursos da Poupança Rural, o que permite oferecer taxas de juros atrativas.


SÃO PAULO - Apita o árbitro, abrem-se as cortinas e começa o espetáculo para os investidores em todo o Brasil. Enquanto a maioria dos torcedores espera jogadas fenomenais e dribles estonteantes que valem o ingresso nos estádios de futebol, um grupo mais restrito entra em campo. São os investidores nos direitos econômicos dos jogadores – a figura legal que substituiu o antigo passe. Um pequena demonstração da pujança desse mercado foi dada quando o fundo DIS, braço esportivo do grupo de supermercados Sonda, anunciou que estava elevando de 45% para 55% a sua participação nos resultados do meia-atacante santista Paulo Henrique Ganso.