Busca inteligente auxilia operadores da área jurídica de todo o país

Publicado 22/12/2011 por jorfernandot
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Uma solução tecnológica inovadora de pesquisa jurídica digital auxilia operadores do Direito a buscar de forma poderosa e assertiva informação para reflexão e tomada de decisão. Essa é proposta da plataforma da Editora Revista dos Tribunais (www.rtonline.com.br), que facilita consulta à jurisprudência, doutrina, súmulas, notícias e legislação. “Nosso sistema proporciona ganho em tempo e produtividade. É uma evolução em base de dados e concentração de conteúdo para pesquisa no campo do Direito”, destaca Marcelo Oliveira, IT Coordinator da editora.

A Editora Revista dos Tribunais, com o objetivo de aprimorar o serviço, associou seu conteúdo ao sistema de busca desenvolvido pela Thomson Reuters  no mundo e adequada ao mercado brasileiro. A plataforma, que  combina a tecnologia Thomson Reuters (suporta os produtos de informação legal mais relevantes do mundo: Westlaw, Westlaw UK, Westlaw ES e La Ley Online) com o relevante e  centenário conteúdo da Editora Revista dos Tribunais. “É uma ferramenta que traz rapidez e praticidade a rotina operacional no campo jurídico. Um profissional que trabalha com leis, por meio do sistema, consegue reunir dados precisos e integrados em minutos de algo que levaria algumas horas. Isso é surpreendente”, diz Marcelo.

A ferramenta, desenvolvida a partir das necessidades dos clientes,  é intuitiva e o serviço é simples de operar. Por meio de login e senha, o usuário acessa o acervo dos periódicos publicados pela RT desde 1986, bem como a jurisprudência relevante disponível dos tribunais e a legislação federal, além de notícias publicadas pela Reuters.

“Em termos de mobilidade, a plataforma permite acesso via iPad,  e computadores, desde que conectados à internet.  Um dos diferenciais da ferramenta é a pesquisa por Tesauro, um vocabulário formado por palavras-chave, com o objetivo de levar ao usuário informação que procura com maior rapidez e precisão. Outro ponto é o stemming, que recupera automaticamente todos os documentos que contenham a palavra pesquisada ou as palavras derivadas dela (masculino, feminino, singular, plural, etc.). A legislação possui indicação se está em vigor, revogada ou em Vacatio Legis.Trata-se de um serviço pioneiro e de alta tecnologia no Brasil que oferece uma análise com valor agregado, pois os resultados são apresentados de acordo relevância de assuntos jurídicos e autores, além de organizar resultados de interesse do próprio usuário, num sistema de indexação inteligente. “Temos profissionais qualificados que, diariamente, alimentam de forma precisa essa base com segurança e inovação. “É uma plataforma que, sem dúvida, muda a dinâmica de trabalho da área jurídica do país”, garante Marcelo Oliveira.

G-20 fracassou em acordo sobre recursos do FMI, afirma Merkel

Publicado 04/11/2011 por jorfernandot
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Danielle Chaves, da Agência Estado
 - AP

CANNES – A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, afirmou que os países do G-20 não chegaram a um acordo sobre como o Fundo Monetário Internacional (FMI) poderia ajudar a resolver a crise de dívida da zona do euro.

Segundo Merkel, nenhum país do grupo se comprometeu a investir na Linha de Estabilidade Financeira Europeia (EFSF, na sigla em inglês), o fundo de resgate da zona do euro. A chanceler indicou que os líderes do G-20 concordaram, em princípio, que o FMI e a EFSF poderiam trabalhar juntos, mas como isso será feito ainda é uma incógnita.

A presidente da República, Dilma Rousseff, seguiu o discurso da da chanceler alemã e disse, após o encontro, que não houve uma definição sobre o formato do reforço que deverá ser feito no Fundo Monetário Nacional. Ela informou ainda que não foi discutido o tamanho desse reforço e acrescentou que as medidas serão debatidas por ministros de Finanças, em dezembro. “Não é sucesso absoluto, mas é relativo porque os países da zona do euro deram um passo à frente sobre a forma de enfrentar a crise”, disse a presidente. “Não acredito que uma reunião resolva os problemas do mundo.”

“No próximo período nós vamos trabalhar nas orientações para a EFSF e todos os membros do FMI estão convidados a participar voluntariamente (na EFSF) de uma forma que seja apropriada para eles”, disse Merkel. “Acho que nós temos um processo interessante adiante e a discussão ainda não foi concluída”, acrescentou.

Merkel informou ainda que o G-20 adotou uma lista de 29 bancos importantes para o sistema financeiro, incluindo dois alemães – Deutsche Bank e Commerzbank. A chanceler não forneceu maiores detalhes.

Bovespa reage ao acordo Europeu

Publicado 27/10/2011 por jorfernandot
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Por Fernando Teixeira

 

SÃO PAULO - A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) reagiu positivamente ao acordo europeu de perdoar 50% da dívida da Grécia. Por volta das 14h00, o Ibovespa, principal índice da bolsa, operava em alta de 3%, perto de romper a barreira de 59 mil pontos.

As cinco ações com maior valorização do dia – Braskem, Santander, MMX, MRV e Gerdau – operavam com mais de 5% de valorização. O volume financeiro ultrapassou os R$ 3,7 bilhões.

A euforia, segundo agentes de mercado, se deve ao acordo para o perdão de 50% da dívida grega e do anuncio de  socorro do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (EFSF, na sigla em inglês) em € 130 bilhões.

Impostômetro chega a R$ 1,2 trilhão neste domingo

Publicado 27/10/2011 por jorfernandot
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No domingo, 30 de outubro, por volta das 23 horas, os brasileiros já terão desembolsado  R$ 1,2 trilhão em impostos para os governos federal, estaduais e municipais. É o que mostrará o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

Esta arrecadação chegou pela primeira vez em 14 de dezembro de 2010. Este ano o mesmo valor chegará no dia 30 de outubro, 45 dias antes que no ano passado.

Para o presidente da ACSP, Rogério Amato, a qualidade de vida dos brasileiros deveria acompanhar o crescimento da carga tributária. “As pessoas precisam de bons hospitais, as crianças dependem de uma boa escola para ter formação de qualidade e o transporte tem que suprir a necessidade do cidadão. Temos que saber que somos pagadores de impostos e não contribuintes, e cobrar o retorno desse dinheiro em serviços públicos eficientes”, afirma.

A previsão da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) é de que até o final deste ano seja arrecadado R$1,4 trilhão em tributos.

O painel afixado na sede da entidade mostra a arrecadação de impostos, taxas e contribuições dos brasileiros, incluindo multas, juros e correção monetária, desde o 1º dia do ano.

Lucro do Bradesco chega a R$ 2,8 bilhões no trimestre

Publicado 26/10/2011 por jorfernandot
Categorias: jornalismo

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Por Fernando Teixeira

 

SÃO PAULO - O Bradesco apresentou lucro líquido de R$ 2,815 bilhões, no terceiro trimestre do ano, 11,4% na comparação com o mesmo período de 2010 e de 1,1% ante o segundo trimestre. No acumulado de nove meses, o lucro acumulado chega aos R$ 8,302 bilhões, ante R$ 7, 035 bilhões do ano anterior.

O banco apresenta ainda um aumento de 22% na carteira de crédito, que fechou setembro em R$ 332,3 bilhões. Deste total, R$ 129, 7 bilhões foram destinados às grandes empresas; R$ 97, 1 bilhões para pequenas e médias empresas e outros R$ 105 bilhões às pessoas físicas.

Segundo o banco, a inadimplência acima dos 90 dias ficou na casa de 3%. O Índice de Basileia da instituição fechou setembro com 14,7%, ante  15,7% do ano anterior.

O Bradesco projeta para 2011 que o PIB feche na casa de 3,20%, a taxa básica de juros, a Selic em 11% e o dólar fixado em R$ 1,70.

Ambev investe R$ 245 milhões em fábrica de Goiás

Publicado 20/10/2011 por jorfernandot
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A Ambev vai investir até o final do ano R$ 245 milhões para duplicar a capacidade de produção da filial Cebrasa, unidade da companhia em Anápolis (GO). Com o montante, a fábrica vai ganhar uma nova linha de produção e envase de 120 mil latas por hora. A cervejaria terá capacidade de produzir mais de 4 milhões de hectolitros de cerveja por ano. O investimento faz parte do pacote de investimentos de R$ 2,5 bilhões que a Ambev vai investir em todo Brasil em 2011 para aumentar em 10% sua capacidade total de produção.

 

Durante as obras serão gerados cerca de 800 empregos. Com a ampliação concluída, mais de 50 novos postos de trabalho diretos serão criados na fábrica. A nova linha de produção, que começa a operar em 2012, terá capacidade de produzir, sozinha, 120 mil latas por hora. Hoje a filial Cebrasa conta com seis linhas de envase. Responsável por abastecer os estados da região Centro-Oeste, além do Distrito Federal, Minas Gerais, Tocantins, Bahia e Pará, a filial Cebrasa produz toda a linha de cervejas e refrigerantes da Ambev.

 

Além deste investimento, a Ambev ainda está investindo outros R$ 24 milhões para ampliar a capacidade produtiva e aperfeiçoar a logística e distribuição das suas unidades de negócio no Centro-Oeste, somando R$ 269 milhões na região, onde a Ambev possui 4 fábricas: Filial Cebrasa, Filial Goiânia (GO), Filial Gama (DF)  e Filial Cuiabá (MT), além de 3 centros de distribuição direta em Brasília (DF), Campo Grande (MS) e Cuiabá (MT).

 

Ambev no Centro-Oeste

O investimento reforça a parceria entre a Ambev e a região Centro-Oeste do país, muito estratégica para a companhia.  Maior pagadora de impostos da iniciativa privada do País, a Ambev gerou, em 2010, na região Centro-Oeste R$ 1,2 bilhão em impostos federais e estaduais. Com as unidades de negócios na região, a Ambev emprega diretamente 2.500 funcionários.

Copom reduz a taxa Selic para 11,50% ao ano

Publicado 19/10/2011 por jorfernandot
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Por Fernando Teixeira

SÃO PAULO – O Comitê de Política Monetária (Copom) deu continuidade à política de corte de juros e reduziu a taxa básica de juros, Selic, de 12% ao ano para 11,50%. Em nota, o Copom disse que entende que: “ao tempestivamente mitigar os efeitos vindos de um ambiente global mais restritivo, um ajuste moderado no nível da taxa básica é consistente com o cenário de convergência da inflação para a meta em 2012”. Este é o segundo corte consecutivo desde que a presidente Dilma assumiu o governo.

O corte não causou surpresas ao mercado, pois vinha sendo sinalizado pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. Em diversos pronunciamentos públicos, nos últimos dias, ele afirmou que ajustes moderados da taxa básica de juros são compatíveis com a convergência da inflação para a meta do governo já em 2012.

Muitos analistas pensam ao contrário, pois apontam que um afrouxamento da Selic pode causar um consumo mais acentuado no médio prazo e causar pressão inflacionária. Nos últimos 12 meses até setembro, no entanto, o IPCA já acumula alta de 7,31%, ultrapassando o teto da meta de 4,5%. A intenção do governo é de obter um índice de inflação de 4,5%, em 2012, sendo que a tolerância de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

O corte repercutiu de forma positiva na indústria nacional. Segundo a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) o corte de 0,5 ponto percentual (p.p.) na taxa Selic significa uma economia de R$ 8,5 bilhões aos cofres públicos. “O dinheiro é o suficiente para construir 10 mil escolas ou 150 mil casas populares. Por isso os juros precisam continuar caindo”, afirmou, em nota, Paulo Skaf, presidente da entidade.

Para Confederação Nacional da Indústria (CNI) a nova redução da Selic mantém a coerência do Banco Central. “A decisão do Copom é acertada e vem em linha com as preocupações crescentes sobre o agravamento da crise econômica mundial e seus efeitos na expansão da economia brasileira, avaliou a CNI. Na visão da entidade, a deterioração do cenário mundial justifica essas preocupações.

Em nota a CNI disse que “as dificuldades da economia americana em sustentar sua recuperação e a crise fiscal na Europa podem se transmitir à economia doméstica por diversos canais, como a redução da corrente de comércio e do fluxo de investimentos, condições de crédito mais restritivas e piora na confiança de consumidores e empresários, diagnostica a entidade.”

Contudo, adverte a entidade, não se pode deixar de acompanhar o cenário inflacionário e o compromisso com a meta de inflação para 2012. “Dessa forma, espera uma atuação mais forte da política fiscal, pelo controle estrito da expansão dos gastos públicos. Essa é a forma de coordenar as políticas macroeconômicas para manutenção do crescimento em um quadro de baixa inflação”, concluiu a CNI.

www.blogfernandoteixeira.wordpress.com

Ambev investe mais de R$ 1 bilhão na região Sudeste

Publicado 18/10/2011 por jorfernandot
Categorias: jornalismo

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SÃO PAULO -  A  região Sudeste do país receberá até o final do ano R$ 1,112 bilhão em investimentos da Ambev. Ao todo a companhia possui 13 fábricas, 26 Centros de Distribuição Direta (CDDs) e emprega 15.400 empregos diretos nos estados da região. Em 2010, a Ambev gerou R$ 6,084 bilhões em impostos no Sudeste. Esse valor faz parte dos R$ 2,5 bilhões que a companhia destinou para suas operações no país em 2011 com o objetivo de aumentar em 10% sua capacidade total de produção.

Minas Gerais

Em Minas Gerais, a Filial Sete Lagoas passa por sua quarta ampliação e receberá até o final do ano mais R$ 250 milhões. Com isso, desde 2008, quando foi inaugurada, a cervejaria terá recebido o total de R$ 540 milhões até o final de 2011. A unidade está em fase de implantação de uma nova área para produzir cerveja, o que vai dobrar a capacidade da fábrica, passando de 4,7 milhões de hectolitros para 9,3 milhões hectolitros de cerveja por ano. Para isso, serão implantadas duas novas linhas de envase, sendo uma de garrafas, com capacidade para 60 mil garrafas por hora, e outra de latas, com capacidade de 120 mil latas por hora. Com a ampliação concluída, serão gerados cerca de 120 novos empregos diretos, além das 1.500 vagas que foram criadas durante o período das obras civis e de montagem.

“Sete Lagoas é um importante centro de produção da Ambev porque reúne todas as condições necessárias em termos de infraestrutura para operação e ampliação de uma fábrica. Além disso, a cidade é estratégica para a companhia por conta de sua localização especial no Estado”, afirma Marcio Fróes, vice-presidente industrial da Ambev. Atualmente, a produção setelagoana abastece parte dos mercados de Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo.

Outro aporte em Minas foi feito na fábrica de Juatuba para reforma do parque fabril e aquisição de novos equipamentos. Atualmente a fábrica da Ambev é a principal atividade industrial da cidade mineira e possui 559 empregos diretos. A fábrica do município de Contagem também passou por um processo de modernização.

 

Assim como as unidades fabris, os Centros de Distribuição de Minas Gerais – instalados em Uberaba, Uberlândia e Belo Horizonte – também receberam investimentos para melhorias nas instalações. O intuito é adequá-los ao aumento de produção e permitir que eles atendam com excelência todos os pontos de venda.

Rio de Janeiro

Do total anunciado para o Sudeste, R$ 160 milhões estão sendo investidos na Filial Piraí, no Rio de Janeiro, para ampliar em 35% a capacidade de produção de cerveja. Esta obra gera cerca de 600 empregos, entre diretos e indiretos. Estão sendo construídas uma nova linha de garrafas para o envase de vasilhames de 600ml e 300ml, com capacidade para envasar 60 mil garrafas por hora. Também está ocorrendo uma completa modernização da linha de produção de latas de alumínio. Antes a unidade produzia apenas versões de 350 ml e agora, com a ampliação, terá capacidade para produzir as latas de 269 ml e  473 ml. O processo de fabricação dos  refrigerantes também foi modernizada e  hoje Pirai é capaz de produzir todos os sabores que vai desde Guaraná Antarctica até Sukita, Pepsi e versões de H2OH!. A produção da Filial Piraí hoje atende aos mercados do Rio, Minas Gerais e São Paulo.

 

Ao todo, a Ambev investirá até o final do ano R$ 307 milhões no Estado do Rio de Janeiro. Além da Filial Piraí, também estão recebendo investimentos as outras unidades de negócio da Ambev no Rio: Cervejaria Bohemia, em Petrópolis, Filial Nova Rio, em Campo Grande, Ambev Vidros, também em Campo Grande, e nos 7 CDDs (Centros de Distribuição Direta) do Estado para melhorias na distribuição e vendas.

 

São Paulo

No estado de São Paulo, os investimentos em fábricas e centros de distribuição somarão R$ 537 milhões em 2011. Deste total, R$ 84,1 milhões serão destinados para a Filial Guarulhos para a construção de uma nova linha de produção com capacidade para envasar 35 mil garrafas de 1 litro por hora. O investimento vai aumentar em 15% a capacidade produtiva da fábrica que hoje é de 360 mil hectolitros por mês. Cerca de 600 postos de trabalho estão sendo gerados durante as obras. Com a conclusão da expansão, mais 100 novos empregos serão criados.

 

Em Jacareí, o investimento feito elevou a capacidade produtiva da fábrica para 14 milhões de hectolitros de cerveja por ano. Os recursos foram usados em obras de ampliação de capacidade na área de processo de cerveja, o que contempla as etapas de processamento da matéria-prima, fermentação/maturação e filtração do líquido. A unidade fez ainda adequações em três linhas de produção, que passaram a envasar Budweiser em embalagens lata, long neck e 600ml. Outra parcela do investimento permitiu à fábrica produzir as inovações lançadas pela companhia, como cervejas em garrafas 300ml e 250ml, e Stella Artois em garrafa long neck, além de fazer melhorias e ampliar as instalações da fábrica.

 

Na Filial Jaguariúna, os investimentos estão sendo aplicados na modernização do parque fabril, com trocas de equipamentos em várias linhas da fábrica: pasteurizador, lavadora de garrafas, enchedoras e inspetores eletrônicos. Com a mudança, a produção vai ganhar mais eficiência, principalmente na preservação dos recursos naturais – o pasteurizador e a lavadora reduzem os consumos de água, energia elétrica e vapor. Os investimentos feitos na unidade contemplam ainda a instalação de um tanque que armazena a água quente utilizada no processo produtivo de cerveja. Essa água, que eventualmente seria descartada, agora é reutilizada gerando economia de energia calorífica. A fábrica também investiu em melhoria e adequação de suas instalações, assim como em equipamentos e sinalizações de segurança.

 

Já os diversos centros de distribuição direta (CDD) da Ambev espalhados por São Paulo, como CDDs da Mooca e da Lapa, e por cidades do interior, como Votorantim, Ribeirão Preto, Araraquara, Jundiaí, Guarulhos, Diadema, entre outros, receberam investimentos para o aperfeiçoamento das operações logísticas.

BOLSAS BRICS ANUNCIAM ALIANÇA

Publicado 13/10/2011 por jorfernandot
Categorias: jornalismo

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JOHANESBURGO, 12 de outubro de 2011 – As bolsas de valores dos países BRICS anunciaram, durante a 51º reunião anual geral da WFE (World Federation of Exchanges), em Johanesburgo, uma iniciativa conjunta para oferecer aos investidores acesso a suas economias dinâmicas. No início, as bolsas, que foram responsáveis por mais de 18%¹ do volume de contratos de derivativos negociados em ambiente de bolsa no mundo desde junho deste ano, terão listagens cruzadas de derivativos de índices. Depois disso, o grupo desenvolverá produtos inovadores para acompanhar as bolsas BRICS.

A iniciativa reúne a BM&FBOVESPA, a MICEX Russa, a National Stock Exchange of India, da Índia (NSE), a Hong Kong Exchange como o representante Chinês inicial, e a Johannesburg Stock Exchange (JSE), da África do Sul. A NSE e a BSE Ltd. (ex-Bombay Stock Exchange) já assinaram cartas de apoio e vão aderir à aliança após a finalização de algumas pendências. As sete bolsas têm uma capitalização bursátil combinada de US$ 9,02 trilhões², um volume financeiro diário médio de US$ 422 bilhões³ e 9,481² empresas abertas.

“Investidores globais estão cada vez mais procurando acesso aos maiores mercados em desenvolvimento”, explicou Ronald Arculli, presidente da Hong Kong Stock Exchange e da WFE. “Esta iniciativa foi inspirada pelo relacionamento próximo entre as bolsas de valores dos países BRICS, por meio do qual os investidores globais ganharão acesso aos derivativos de índices de ações que agora serão cotados nas moedas locais destas bolsas. Estas listagens cruzadas ocorrerão até junho de 2012”, anunciou.

Este é um momento importante na história dos países em desenvolvimento, acrescentou Arculli. “A aliança permite que mais investidores ganhem acesso ao bloco dos BRICS, com seu crescente poder econômico. Do ponto de vista global, esta aliança aponta para a importância crescente das economias e mercados financeiros dos países BRICS na próxima década e ressalta a necessidade do relacionamento entre os BRICS”, explicou.

Além de medir o desempenho dos mercados, os índices também servem como base para outros produtos financeiros, inclusive ETFs. “Para a segunda fase do acordo, as bolsas concordaram em trabalhar juntas no desenvolvimento de produtos novos para listagens cruzadas nestas bolsas”, explicou Russell Loubser, diretor-presidente da JSE.

A segunda fase também incluirá o desenvolvimento de produtos que oferecem acesso às empresas listadas em todas as bolsas da aliança. Depois disso, acontecerá a listagem cruzada destes produtos e sua negociação em moeda local”, disse Edemir Pinto, diretor presidente da BM&FBOVESPA. “Os produtos também permitirão que os investidores acessem outros mercados em desenvolvimento por meio de um produto listado local”, acrescentou.

“Além dos produtos de listagem cruzada, existem outras oportunidades que podemos explorar e que promoverão maior desenvolvimento destes mercados e melhor  entendimento sobre os mesmos”, previu Ruben Aganbegyan, presidente da Micex.

“A aliança das bolsas dos BRICS é muito promissora, pois criará meios para que os investidores indianos possam diversificar e expandir para outros mercados”, opinou Madhu Kannan, o diretor-presidente da BSE Ltd. “Essa aliança também criará oportunidades para que os investidores dos outros países do bloco possam participar e contribuir para o crescimento da Índia. A BSE se empenhará em trazer produtos de nível mundial para Índia e  desenvolver novos produtos para os outros mercados BRICS”, completou.

Há grande interesse nas economias dos BRICS por causa do crescimento acima da média previsto para estas regiões e devido ao poder de consumo da sua crescente classe média. “O crescimento desta classe de consumidores sugere que a demanda também crescerá nestes países”, opinou Ravi Narain, diretor presidente da National Stock Exchange of India.

A terceira fase pode incluir o desenvolvimento de produtos e a cooperação com mais tipos de ativos  de serviços

¹Desde  30 de junho de 2011  (Fonte: Futures Industry Association)

²No final de agosto de 2011, média mensal por bolsa para o período de janeiro de agosto de 2011 (Fonte: World Federation of Exchanges e RTS websites)

³ Total mensal de agosto 2011 (Fonte: World Federation of Exchanges statistics e RTS websites)

Crise: Bovespa recua

Publicado 05/10/2011 por jorfernandot
Categorias: jornalismo

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Fernando Teixeira  com agências

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SÃO PAULO – A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em baixa de 0,72%, aos 50.314 pontos  e com volume negociado de R$ 2,7 bilhões. A baixa se deve a expectativa dos investidores sobre os rumos da crise grega e ao rebaixamento da dívida soberana da Itália, em três graus, de “Aa2″ para “A2″ (classificação da Moody´s).

A situação do velho continente pode se agravar se alguns bancos, que estão alavancados em títulos soberanos,  quebrarem. Recentemente, o banco belga Dexia ganhou atenção mundial devido as suas dificuldades financeiras. Apesar da importância periférica no setor bancário europeu, as dificuldades dessa instituição financeira reforçaram a atenção para os problemas deste segmento, carregado de títulos de dívidas nacionais e ameaçado pelo possível “default” (calote) da Grécia.

O ministro grego da Economia, Michalis Chryssohoidis, afirmou que a situação de seu país “é bastante desesperadora”, em uma entrevista que será publicada quinta-feira (5) na revista alemã “Die Zeit”.

“Nossa situação é bastante desesperadora, porque reduzimos de forma sempre mais drástica a renda das pessoas. Os gregos vivem a situação atual de forma muito dolorosa”, declarou à revista “Die Zeit”, que divulgou um trecho da entrevista.

“Quando veremos a luz no fim do túnel? Não podemos responder”, completou Chryssohoidis.

Brasil recebeu mais dólares

As entradas de dólares no país superaram as saídas em US$ 8,484 bilhões, em setembro, segundo dados do Banco Central (BC), divulgados hoje (5). No mesmo período do ano passado, o fluxo cambial também foi positivo, mas com saldo maior maior: US$ 13,726 bilhões.

No período, o segmento financeiro (registro de investimentos em títulos, ações, remessas de lucros e dividendos ao exterior, entre outras operações) ficou negativo em US$ 274 milhões, enquanto o comercial (relacionado a operações do comércio exterior) registrou saldo positivo de US$ 8,758 bilhões.

De janeiro a setembro, o fluxo cambial ficou positivo em US$ 68,298 bilhões, ante US$ 17,122 bilhões de igual período do ano passado. Nos nove meses do ano, o fluxo financeiro ficou positivo em US$ 30,425 bilhões e o comercial em US$ 37,872 bilhões.

Com a alta da moeda norte-americana, o BC interrompeu, no último dia 14, as compras de dólares no mercado à vista. Assim, as compras de dólares do Banco Central no mercado à vista ficaram em US$ 327 milhões, em setembro.

Os dados do BC também mostram que, em setembro, os bancos ficaram com posição de câmbio comprada em US$ 1,296 bilhão, uma mudança de estratégia das instituições financeiras. Em agosto, os bancos fecharam em posição vendida de US$ 6,257 bilhões, o que indicava aposta na queda do dólar. As instituições não ficavam em posição comprada desde de março de 2010 (US$ 453 milhões).


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