Inadimplência recua 2,1% em setembro

Publicado 09/10/2013 por jorfernandot
Categorias: jornalismo

SÃO PAULO – A variação mensal de novos registros de inadimplência apresentou recuo de 2,1% em setembro de 2013, descontados os efeitos sazonais, de acordo com a Boa Vista Serviços, administradora do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). No resultado acumulado de janeiro até setembro, contra o mesmo período de 2012, o indicador apresenta retração de 0,5%. Já na comparação dos últimos 12 meses (out/12 a set/13) com os 12 anteriores (out/11 a set/12), não houve variação do indicador.

Ao longo do primeiro semestre do ano, os registros de inadimplentes mantiveram uma tendência de queda iniciada no final de 2012. Entretanto, os resultados ao longo do segundo semestre de 2013 apontam para uma desaceleração dessa tendência. Isso pode ser justificado pelo arrefecimento dos impactos das melhores condições de crédito na economia brasileira e do mercado de trabalho. A estimativa da Boa Vista Serviços é de que em 2013 o indicador apresente números levemente inferiores aos de 2012.

O valor médio das dívidas incluídas em setembro foi de R$1.219, 1,85% menor que o vislumbrado em agosto após a realização de ajustes de sazonalidade e inflação.

Regiões
Os indicadores de todas as regiões contraíram no período, destacando-se as variações do Centro-Oeste, Sudeste e Sul com, respectivamente, -3,1%, -2,6% e -2,5%, expurgados os efeitos sazonais.

Ao confrontar o acumulado dos últimos 12 meses ao período antecedente os resultados foram diversos entre as regiões, com reduções no Sudeste (-1,9%) e Sul (-0,4%) e elevações no Nordeste (5,1%) e Norte (3,7%).

Varejo
Quando considerado apenas o setor de varejo, o indicador de abrangência nacional de setembro apresentou retração de 1,7% contra agosto, retirados os efeitos sazonais. No acumulado em 12 meses o resultado ainda é de uma expansão de 1,2% em relação aos 12 meses anteriores, impulsionado principalmente pelas regiões Sudeste (2,3%) e Sul (1,9%).

Linha de crédito do Banco do Brasil para empresas supera saldo recorde de R$ 20 bilhões

Publicado 12/01/2012 por jorfernandot
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O Banco do Brasil anunciou que, nesta semana, a sua linha de crédito BB Giro Empresa Flex atingiu o saldo utilizado de R$ 20 bilhões, quebrando mais um recorde. O volume contratado soma mais de R$ 30 bilhões com 250 mil operações. Desde o lançamento, em junho de 2007, o valor desembolsado total atinge R$ 223 bilhões.

Sucesso de mercado por oferecer condições negociais atrativas e inovadoras, a linha de crédito é direcionada às empresas com faturamento bruto anual superior a R$ 1 milhão. O produto conta com renovação do teto operacional a cada 360 dias, reutilização dos valores amortizados, cronograma de pagamento ajustável ao fluxo de caixa das empresas – com vencimento padrão em até 36 parcelas, podendo chegar a 60 parcelas –, e liberações do crédito na conta corrente da empresa ou diretamente ao fornecedor.

Além de atender às necessidades de capital de giro e de financiamento para aquisição de bens e serviços, o BB Giro Empresa Flex dispõe de finalidades específicas, como o apoio aos exportadores, no qual não há incidência de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) nas liberações de crédito; a antecipação de valores aos fornecedores de governos das esferas federal, estadual e municipal; e o BB Giro Empresa Flex Agro, exclusivo para apoio à cadeia do agronegócio, com a utilização de recursos da Poupança Rural, o que permite oferecer taxas de juros atrativas.

O caviar dos investimentos

Publicado 09/01/2012 por jorfernandot
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A queda da Selic abaixo do “nível psicológico” de 10% ao ano pode se tornar um divisor de águas no panorama dos investimentos, em 2012. Nesse cenário de juros mais baixos – pelo menos para padrões brasileiros –, quem quiser ganhar dinheiro precisará aceitar riscos maiores ou prazos mais longos e contar com cada centésimo de ponto percentual para garantir um bom desempenho para seu portfólio. Por isso, entre as estrelas do ano estarão os Fundos de Investimento Imobiliário (FII), que são aplicações parecidas com as de renda fixa e que têm a vantagem de isentar o investidor de Imposto de Renda. Não por acaso, o patrimônio dessas aplicações cresceu 109% nos 12 meses até setembro de 2011, para R$ 3,7 bilhões, segundo a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).Na ponta do lápis, essas aplicações têm apresentado um desempenho bem superior ao da renda fixa. Segundo um estudo da consultoria paulista Fundo Imobiliário, a rentabilidade média dos maiores fundos imobiliários no período de 12 meses findo em novembro foi de 13,19%.

 

Confira o restante da reportagem no site da revista Isto É  Dinheiro

Investimentos em previdência deve ser analisado no longo prazo

Publicado 09/01/2012 por jorfernandot
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Os vinhos de guarda sobrevivem a décadas de envelhecimento e evoluem na garrafa com o passar do tempo. Somente ao abri-los o gourmet saberá se vai degustar uma bebida memorável ou não. Claro que é preciso tomar alguns cuidados. A garrafa deve ser armazenada em um lugar adequado, com condições ideais de umidade, luminosidade e temperatura. O mesmo deve acontecer com os investimentos em previdência. É preciso paciência e cuidado para, lá na frente, o investidor não ficar com gosto de vinagre na boca. Por isso, quem pretende ingressar em um fundo de previdência neste ano deve levar em conta que a economia mudou e essas mudanças terão repercussões profundas em qualquer estratégia financeira que visa o longo prazo.

Confira a reportagem completa no site da revista Isto É Dinheiro

Century 21 Brasil Real Estate expande operação para o Uruguai

Publicado 09/01/2012 por jorfernandot
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A Century 21 Brasil Real Estate, operação brasileira da Century 21, maior franquia imobiliária do mundo, expandirá seus negócios para o Uruguai a partir deste ano. A primeira agência da marca no país será aberta em março, em Punta Del Este. A previsão é de que outras cinco lojas sejam instaladas em território uruguaio nos próximos meses.

De origem americana, aCentury 21 está presente em 73 países, com 122 mil corretores e mais de oito mil franqueados, jurídica e financeiramente independentes. No Brasil, o Sistema está em operação desde julho de 2008, e atualmente conta com 127 franqueados em 21 Estados mais Distrito Federal.

O Presidente & CEO da Century 21 Brasil Real Estate, Ernani Assis, também será o presidente & CEO da Marca no Uruguai. “Expandir e ser recebidos no Uruguai nos dá muito orgulho. Temos o compromisso e uma responsabilidade muito grande com as famílias uruguaias, e não mediremos esforços para, não apenas implementar boas práticas na indústria local, mas também fazer a diferença oferecendo, com atenção e profissionalismo, tranquilidade e segurança em todas as transações imobiliárias”.

Ganho real da poupança fica em 0,94% em 2011

Publicado 06/01/2012 por jorfernandot
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A rentabilidade real da poupança, descontada a variação do índice de inflação medida pelo IPCA, ficou estável em 2011 na comparação com o ano anterior. O ganho real da poupança descontada o indicador, foi de 0,94%, mesmo nível de 2010. O ganho nominal da caderneta no ano passado foi de 7,5% contra um IPCA de 6,5% no ano.

O pior desempenho real da poupança aconteceu no ano de 2002 quando o investidor teve ganho real negativo de 2,9%. O segundo pior momento foi em 2004, com ganho real de apenas 0,46%. O ganho real significa quanto o poder aquisitivo do investidor aumento em um determinado período.

Vale a pena lembrar da propaganda do banco Econômico

 

Estoque de títulos no mercado de renda fixa alcança R$ 3,3 trilhões

Publicado 06/01/2012 por jorfernandot
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O mercado doméstico de renda fixa registrou no final de 2011 estoque de R$ 3,3 trilhões, contra R$ 3 trilhões em 2010. Desse total, 54% referem-se a títulos públicos (R$ 1,8 trilhão) e o restante, a títulos privados. No período, houve uma melhora no segmento de títulos públicos quanto ao perfil por indexador, com mais de 60% do estoque em ativos prefixados e atrelados a índices de preços. No de títulos privados, porém, 89% dos ativos continuam referenciados a taxas DI de um dia.

O IMA, índice que reflete a carteira dos títulos públicos marcada a mercado, apresentou um retorno de 13,7% em 2011. Já os títulos prefixados de até um ano de prazo (IRF-M 1) registraram um desempenho de 12,6%, enquanto os ativos com vencimentos acima desse período variaram 15,7% (IRF-M 1+). Para os títulos indexados ao IPCA (IMA-B) observou-se uma tendência inversa, decorrente da maior incerteza do quadro inflacionário até setembro/11. A carteira de títulos mais longos, acima de 5 anos, apresentou uma performance de 14,5%, resultado inferior aos mais curtos, de até 5 anos, que registraram variação de 15,7% no período.

Em relação aos títulos privados, o grande destaque em 2011 foi a evolução expressiva do estoque de Letras Financeiras na Cetip (R$149 bilhões em dezembro/11), o que correspondeu a uma taxa de crescimento de 379% no período. Esse ativo, isento de recolhimento compulsório desde dezembro/10, ampliou as alternativas de captação para prazos mais longos do segmento bancário.